no fim das contas, como minha câmera não liga mais eu decidi ir pra Iquique que eu sabia que tinha uma Zona Franca onde era mais barato... Fui pra lá e fiquei no Backpacker's Hostel Iquique... massa o lugar... Uma mesa de sinuca boa.... bem pertinho da praia...tinha um terraço que dava pra ver a praia e curtir um pôr no mar massa... No fim das contas acabei ficando uns 3 ou 4 dias... No penúltimo dia me pilhei de alugar uma bóia e ir surfar... Mas fui seguir o dono do hostel e fomos dar o banho num lugar casca... cheio de pedras... A onda pesadaça... quebrava violenta no meio e depois ficava gordaça.. Nao dava pra dropar em qualquer lugar, só bem ali onde ela quebrava primeiro e era violenta... não me dei muito... peguei uma ou outra onda e ainda depois do drop era casca de passar a espuma... Nada parecido com o que eu surfei no Peru... mas valeu pela experiencia. Aqui mais pro sul tem outras praias... To pensando ainda se vou ou não... To sem prancha e alugar é muito caro... tem que pensar em tudo... Nos últimos dias conheci um paulista no hostel que me passou umas músicas novas... Que tava foda ouvir Tim Maia racional ou o África Brasil do Jorge Ben de nooovo e de novo... que era só o que eu tava ouvindo... Agora tenho uns Paulinho da Viola... Roberta Sá... Secos e Molhados... Zeca Baleiro.... até uns Marvin Gaye e Buena Vista Social Club... Bom pra dar uma variada. No fim comprei uma câmera e um cubo mágico dos profissional e fiquei todo bobo com meu novo brinquedo e já podia ir pra San Pedro de Atacama.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
23 11 09
no fim das contas, como minha câmera não liga mais eu decidi ir pra Iquique que eu sabia que tinha uma Zona Franca onde era mais barato... Fui pra lá e fiquei no Backpacker's Hostel Iquique... massa o lugar... Uma mesa de sinuca boa.... bem pertinho da praia...tinha um terraço que dava pra ver a praia e curtir um pôr no mar massa... No fim das contas acabei ficando uns 3 ou 4 dias... No penúltimo dia me pilhei de alugar uma bóia e ir surfar... Mas fui seguir o dono do hostel e fomos dar o banho num lugar casca... cheio de pedras... A onda pesadaça... quebrava violenta no meio e depois ficava gordaça.. Nao dava pra dropar em qualquer lugar, só bem ali onde ela quebrava primeiro e era violenta... não me dei muito... peguei uma ou outra onda e ainda depois do drop era casca de passar a espuma... Nada parecido com o que eu surfei no Peru... mas valeu pela experiencia. Aqui mais pro sul tem outras praias... To pensando ainda se vou ou não... To sem prancha e alugar é muito caro... tem que pensar em tudo... Nos últimos dias conheci um paulista no hostel que me passou umas músicas novas... Que tava foda ouvir Tim Maia racional ou o África Brasil do Jorge Ben de nooovo e de novo... que era só o que eu tava ouvindo... Agora tenho uns Paulinho da Viola... Roberta Sá... Secos e Molhados... Zeca Baleiro.... até uns Marvin Gaye e Buena Vista Social Club... Bom pra dar uma variada. No fim comprei uma câmera e um cubo mágico dos profissional e fiquei todo bobo com meu novo brinquedo e já podia ir pra San Pedro de Atacama.
sábado, 7 de novembro de 2009
08 11 09








Sempre que eu fico um tempo sem postar nada vai acumulando cada vez mais coisa e eu sei que vou precisar de cada vez mais tempo e eu vou deixando deixando... faz quase um mês desde a última vez então vou tentar ser um pouco mais suscinto. Fui pra Arequipa, e já tinha decidido que ia ficar em algum hostel com mais gente pra não ficar tão sozinho, então decidi que ia ficar no The Point. No site diziam pra se ligar que os taxistas podiam querer convencer a ir a outro lugar e tal só pra ganhar comissão, então quando o taxista quis me mostrar "aquele é o vulcão El Misti" eu respondi "não, vou ficar no The Point mesmo..." depois de uns 10 segundos que eu entendi o que ele tinha dito daí tentei consertar e apontei pruma outra montanha e perguntei se aquilo também era um vulcão... Colou mais ou menos, mas azar se o taxista pensa que eu sou louco. O hostel era bem legal, só gurizada viajando na mesma pilha, mas a maioria mais velha que eu, mesa de sinuca, fla-flu... até um projeto de piscina que dava pra sentar no pátio. Conheci um pessoal e conversei com dois americanos que iam pro Cañon del Colca no outro dia e perguntei se podia ir junto. O George (cujo nome é George Michael...), que é bombeiro de floresta nos EUA e trabalha 6 meses por ano e tem 6 meses de folga, e o Jeff, que é formado em Geografia mas trabalha com criança autista. Então arrumei minhas coisas pra no outro dia ir pro canyon. Como a gente pensava em acampar, levei barraca, isolante, saco de dormir, além de roupa, o cavaco e outras coisas que eu esqueci de tirar da mochila. Na hora de sair eu já vi que tinha exagerado e tava muito pesada... mas azar... E então começou o Trekking Indiada parte I. Primeiro pegamos um onibus pra uma cidade chamada Chivay. O ônibus não tinha banheiro e o Jeff e o George tiveram que mijar numa garrafa, o que depois virou prática comum nos outro ônibus sem banheiro que a gente pegou... Dica: Sempre leve um litrão de qualquer coisa pra casos de emergência... Chegamos em Chivay e eu fui comer umas empanadas e eles foram comer uns sanduíches com abacate e mais umas porcarias. Na rodoviária. Não podia dar boa coisa... Ficamos então esperando o ônibus pra Cabanaconde... Quando o ônibus chegou umas 50 pessoas tentaram entrar no ônibus que já estava cheio... Era uma superlotação como eu nunca vi igual... A gente desistiu de entrar no ônibus, mas todos que queriam entraram... devia ter umas 80 pessoas naquele ônibus... sem mentira... tinha nego pendurado pra fora do ônibus que quando a porta fechou foi espremido pra dentro... e disseram que é assim todos os dias... Nós esperamos o próximo ônibus e conseguimos até lugar sentado. O caminho foi sinistro, umas 4 horas de estrada de chão com o ônibus não passando dos 30 por hora, mas enfim chegamos. Fomos prum hotel que era 10 soles a noite, e daí fomos comer uma pizza no hotel mesmo. Pedimos uma pizza Família porque eu tava vesgo de fome e quando a pizza chegou foi a decepção... A pizza Família era pra órfãos mais ou menos... não fez nem cócegas e custou uns 35 soles... No meio da noite os sanduíches de abacate começaram a fazer efeito no Jeff e bateu o desarranjo... E o banheiro não tinha assento... Eu só fui saber no outro dia quando me acordaram querendo ir embora dali de uma vez.. não quiseram ficar nem pro café da manhã... E fomos em direção ao Segundo Canion mais Profundo do Mundo(?) com uma mochila muito mais pesada do que devia. Como a gente não queria pagar guia e coisarada fomos por conta própria sem preparo nenhum sem mapa sem nada. Óbvio que nos perdemos assim que saímos da cidade. Mas encontramos uma das 3 trilhas que desciam até lá embaixo, mesmo que não era a que a gente queria. Nessa função toda acabou que a gente tava descendo o Cânion no sol do meio-dia, com mochilas pesadas e o Jeff desarranjado. Ele ficou pra trás enquanto eu e o George fomos descendo, e quando chegamos o George voltou pra buscar o Jeff que tava semi-morto no meio do caminho. Lá embaixo eu pensei que a gente ia acampar roots no meio do nada, mas tinha um lugar com piscina e tudo, e pra acampar custava 5 soles e pra ficar em uma cabana numa cama era 10 soles... Ou seja, óbvio que eu não ia montar a barraca e dormir no saco de dormir se podia dormir numa cama, e os dois já tavam decididos a ficar na cabana também então ficamos os 3 numa cabana. Como o Jeff tava mal das perna e passou a noite toda frequentando o vaso a gente concluiu que tinha que passar mais um dia lá embaixo antes de subir tudo aquilo de novo. E subir tudo aquilo com a mochila nas costas acho que foi uma das coisas mais difíceis que eu já fiz na vida fisicamente. Por sorte passaram uns caras com umas mulas e o Jeff pagou 30 soles e subiu montado na mula... Daí eu que fui ficando pra trás... O cara chegou a me oferecer a mula, mas eu não quis na hora e depois quando mudei de idéia ele já tava longe e eu tive que seguir na raça mesmo. Mas consegui. Milagrosamente. Depois pegamos o ônibus de volta direto pra arequipa que foi umas 6 horas e pouco sendo umas 5 de estrada de chão. Mas chegamos. Indiada da vida. Mas foi divertido até. Rendeu umas boas risadas.
domingo, 11 de outubro de 2009
10 10 09





Faz uma cara desde a última vez que eu escrevi e muita coisa já aconteceu desde então... Mas quanto mais o tempo passava mais coisa eu ia ter que escrever daí mais eu ficava me salameando com preguiça de escrever... mas como agora eu tenho 2h17min pra esperar o ônibus pra Arequipa e já estou esperando faz algumas horas e não tenho mais absolutamente nada pra fazer vou ficar aqui escrevendo no Word que depois quando eu puder eu posto.
Acho que a última vez que eu escrevi eu estava
No outro dia fui até o terminal dos ônibus e comprei uma passagem para Pacasmayo, pra ver se rolava um surf. Eu sabia que não tinha swell nenhum, mas queria ver pra ter certeza. Desci do ônibus e peguei um moto-taxi até a praia pra ver se tavam rolando as ondas. Como elas não tinham nem 20cm eu voltei pra parada e peguei um ônibus até Trujillo, e de lá dividi com um casal de gringos um táxi até Huanchaco. Cheguei lá e fomos caminhando procurar hotel, e passou um bodyboarder saindo do mar e disse que tava num hotel ali perto que tinha banheiro privativo com água quente e TV a cabo por 15 soles, o Plazza’s, então fomos pra lá. Foi a sorte, porque na primeira noite, como fazia uns dois dias que eu não comia nada decente porque não encontrava nada de bom sem carne em Chiclayo e tava na base de pão e bolachinha, eu decidi procurar algo nutritivo pra comer, e achei um restaurante de comida mexicana que tinha um burrito vegetariano... Tinha varios vegetais e tal e feijão... Pensei que ia me fazer bem. No outro dia já acordei mal. Tentei ir até um lugar ali perto tomar café da manhã e achei que ia morrer no caminho. Não consegui comer e fiquei desarranjado por uns dois dias e meio. Dei graças a Deus que eu tava sozinho no quarto com um banheiro só pra mim, e que tinha TV a cabo, porque eu não saí do quarto praticamente. Ia até a esquina e tinha que voltar correndo pra ir no banheiro. Depois comprei um remédio que a mulher do hotel me recomendou e vários Gatorade e aos poucos fui melhorando. No fim fiquei uns 5 dias em Huanchaco quando podia ter ficado bem menos. Mas não dá nada. O ruim de ter um quarto só pra ti é que tu acaba não conhecendo ninguém. Tinha dias que eu só falei com a mulher da recepção.
Como eu estava acompanhando o swell que tava chegando pelo site do INPE (ondas.cptec.inpe.br), quando o swell tava chegando eu me larguei pra Chicama. Encontrei um gringo na recepção que tava com a bóia e tava indo pra Chicama de táxi daí eu já entrei na barca junto. No fim acabei gastando pouco mais do que eu teria gasto se tivesse pego um táxi sozinho até Trujillo e um ônibus até Chicama... Então tudo certo. Cheguei e os gringos ficaram um uma hospedagem que eu não curti e fui caminhando até o famoso El Hombre. Lá tinha uma galera bem legal... Um casal de alemães, uma inglesa que tava com um suíço, um uruguaio que vivia na Inglaterra... Todo mundo muito gente boa e um ambiente muito massa. Logo já fomos dar o banho. Como o Point ainda não tava funcionando fomos pegar onda no Cabo, que é a uma meia hora de distância caminhando por pedras de todas as formas e tamanhos possíveis. Ali era importante ter uma botinha... O que eu machuquei meus pés caminhando naquelas pedras não ta no gibi. Pra surfar no Cabo tem que pular de uma pedra na hora certa em que a onda vem, e então tu dá uma remadinha e uns joelhinhos e já começa a pegar as ondas... A corrente é bizarra, então não existe remar de volta... tem que ficar ligado em quando chega em uma parte em que tenha uma praiazinha com areia pra sair... Senão se tu tenta sair pelo lugar errado vai chutando pedra e pisando em pedra e se cortando o tempo todo. Mas é uma viagem porque tu pega uma onda e quando ela acaba tu espera ali mesmo e já vem outra e tu já pega e já segue... Depois sai, caminha de novo até o pico que se pula da pedra e vai de novo... Na segunda vez eu tava chegando mas não tava bem posicionado pra pular e veio a onda e eu fui pular acabei pulando meio atrasado e dei com o joelhão e os pés na pedra... Consegui furar o long no joelho e cortar afu meu pé... Bem pateta. Mas nesse dia já fiquei apavorado com como a onda era longa... Saí de lá quando já tava tri escuro e não se enxergava mais nada com um sorrisão no rosto de quem tinha pego as melhores ondas da vida até então. No outro dia de manhã fomos surfar lá de novo... Altas ondas, longas afu de novo... As ondas não eram muito grandes, mas eram boas e longas... depois que tu pega a manha de entrar na onda só vai... Na tarde dormi até umas 5 quase, mas já tava funcionando o point, então entrei ali e peguei a onda mais longa que eu já tinha pego na vida... Só peguei uma onda no point e depois outras pra sair e tava mais do que faceiro... No outro dia de manhã point de novo, e na tarde de novo. Na tarde peguei uma onda bizarra de longa, e quando ela fechou eu saí e já peguei a de trás e fui mais muuuito longe, daí quando terminou a de trás eu não peguei mas peguei a seguinte e fui muuuito longe de novo... Acho que andei mais de quilômetro em 3 ondas... Cheguei a ficar com as pernas cansadas. Ondas perfeitas, do tamanho que eu gosto.. Melhores ondas da vida com certeza. Mas depois quando entrei de novo o mar já tava piorando e a corrente aumentando e já não me dei mais muito. No outro dia já não tava mais funcionando o point então eu arrumei minhas coisas e fui embora... E o pessoal foi surfar no Cabo. Tava meio arrependido de ter ido embora... porque o pessoal era muito gente boa... tinha sido o melhor momento da minha viagem e eu tava indo embora... Mas esses dias encontrei os alemães em Lima e eles disseram que naquele dia as ondas tavam palha e eles também foram embora logo depois... Então não perdi nada no fim das contas.
De lá fui a Trujillo e então fui a Huaraz, na cordilheira branca, onde eu fiz o Trekking Llanganuco – Santa Cruz, de 4 dias e 3 noites, e foi simplesmente demais. Cada visual... Pra qualquer lugar que tu olhava a qualquer momento era uma vista maravilhosa... Na primeira noite quando chegamos no camping começou a chover, e eu já tava angustiado de ficar dentro da barraca cuidando pra não encostar nas paredes senão molhava tudo... Mas depois a chuva parou e não choveu mais o resto do tempo... e foi tudo certo... Bah, depois de surfar Chicama essa foi a melhor coisa que eu já fiz nessa viagem. Simplesmente não tem como descrever. A paz que tu sente quando senta na beira de uma lagoa com a água azul na beira de um pico nevado... Não tem explicação. Foi caro, mas valeu muito a pena.
De lá fui a Lima, queria vender minha prancha, mas no primeiro dia me pilhei de ir surfar em Miraflores, que era o bairro que eu tava, no hostel Pariwana. Só que eu tava a umas 10 quadras do mar, e era no meio da cidade. Saí de long e prancha e pé descalço pelo meio da city, no meio da galera de terno, todo mundo me olhando... Só eu assim... E ainda quando terminou a rua a praia ficava descendo um barranco a uns 500m pra baixo (tah, talvez menos) e não tinha por onde descer. Tive que andar mais umas 5 quadras até achar uma escadaria que fosse até a praia. Tava de cara já com a indiada que eu tinha me metido... E só pensando na roubada que ia ser voltar depois. Mas fui, surfei aquele mar meio palha... Uma onda gorda toda estranha... Mas foi uma experiência. Depois caminhei tudo de volta de novo e tava decidido a não fazer isso de novo. No mesmo dia conversei com uns brasileiros que tavam no hostel que eram biólogos e tavam lá prum congresso de ecotoxicologia e química ambiental, e no outro dia eu fui com eles pra lá. Assisti umas palestrinha... Me empanturrei no coffee-break... Mas nada de muuito interessante. Na noite fui inventar de ir na onda dum cara de Porto que tinha chegado e fomos pruma festa lá... El Dragón... Saí com 20 soles e umas moedas... E a entrada era 20 soles. Mas ganhava uma bebida. Segurei aquele papel que valia uma bebida até não agüentar mais de sede, porque sabia que ia ser a única coisa que eu ia beber a noite toda. A festa foi aquela mesma merda que é em todo lugar. Aperto, música ruim... A diferença é que todo mundo tinha cara de peruano. Olhando pra cara da galera dava pra entender a origem do nome do lugar... Terminou que uma hora eu achei um canto pra dormir, já que eu não tinha grana pra pagar um táxi sozinho e tinha que esperar o outro brasileiro e o portuga que foi junto... Só que os dois se engraçaram com umas local e eu tive que ficar esperando... Dormi quando tava rolando um Chemical Brothers e acordei com uma Salsa pegada. Sei lá quanto tempo durou... No fim deixamos o portuga lá e fomos embora... No outro dia fui sair pra vender minha prancha, mas o guardinha não quis deixar eu entrar com a prancha no centro comercial lá onde tinha uma loja de surf... Daí quando eu disse pra ele que eu só queria vender minha prancha um magrão que tava ali do lado perguntou “quanto?” e eu disse 150 soles e ele foi ali sacou dinheiro e comprou ali mesmo... Uma beleza... Ainda fiquei com as quilhas pra mim, que eram FCS, ainda que estejam um pouco detonadinhas... Saí faceiro, porque provavelmente a loja não ia comprar, ia ir lá mais pra perguntar onde podia vender, só que era feriado então deveria tah tudo fechado, mas apareceu o magrãozinho querendo uma prancha pra aprender... a minha tava boa pra aprender... Não tava muito inteira, mas tava barata e boa pra ele. E eu não ia ganhar mais que isso mesmo. Provavelmente nem isso. No mesmo dia já fui pegar o ônibus pra Pisco.
Pisco foi totalmente devastada por um terremoto em 2007, então não tem uma casa que não esteja meio
De Ica fui direto a Huacachina, que é um oásis no meio do deserto, onde tem vários hotéis e restaurantes e onde rola uns passeios de buggie pelas dunas. Cheguei lá verde de fome e com 4 soles no bolso e lá não tinha lugar pra trocar dinheiro e nem caixa eletrônico. Fiquei muito tempo dando banda procurando até aceitar ser extorquido por uma mulher que trocou pra mim a 2,60 quando o normal eh 2,80 só pra conseguir comer já que eu tava só com o café da manhã. Fui pra cama cedo, e no outro dia (hoje, no caso) acordei cedo e fui fazer o passeio de buggie e sandboard. O buggie aqui não é como os que tem no Brasil, é um negócio muito mais seguro que se virar não vai morrer todo mundo porque é tipo uma gaiola e todos banco tem cinto e tem lugar prumas 8 pessoas eu acho... Ou mais até... É bem grande. Foi bem massa o passeio... Montanha Russa praticamente... daí volta e meia a gente parava pra descer de sandboard. Me quebrei umas vezes como não podia deixar de ser, mas foi massa. Quando acabou peguei minhas coisas e vim pra Nazca. Parei num mirador onde supostamente daria pra ver umas das figuras, mas mal se via uma que outra. Mas já tinha gastado muito nos últimos dias e não pilhei de dar a banda de avião... Queriam 65 dolares no hotel... Vou deixar pra ir uma outra oportunidade... É bom não ver tudo agora pra poder voltar depois e ainda ter coisa nova pra ver... Depois passei o resto do dia em Nazca vegetando esperando o ônibus... E agora já ta na hora de embarcar. Quando rolar a internet eu posto isso tudo que já deu 4 páginas do Word e não acredito que alguém vá ler até o fim.
Ah, hoje faz 3 meses que eu saí...domingo, 20 de setembro de 2009
20 09 09



pois então...
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
09 09 09
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
02 09 09




Hoje fui surfar com uns brasileiros que estão aqui no hotel... Passamos por Lobitos mas tava muito pequeno e fomos pra Piscinas, que é praticamente do lado. E bah.. melhor dia de todos desde que eu cheguei... Meio metrinho quebrando perfeito ee uma onda tri longa... não tanto quanto Lobitos mas mesmo assim absurda... E hoje já tava um pouco mais no ritmo e consegui pegar várias ondas boas... Nós saímos do hotel às 6h10min pra chegar lá antes do crowd... e deu certo... chegamos e só tinha mais um cara na água por um bom tempo... pegamos um monte de ondas e daí começou a encher... E as ondas foram ficando mais escassas... até que já tinha gente demais e nós saímos... mas já tava todo mundo de cabeça feita depois de umas 2h de surf só pegando onda boa e indo até a beira... Depois ainda fomos dar uma conferida em Lobitos de novo... mas não tinha nada... Amanha eu tenho que trabalhar, mas de repente quinta rola ir de novo... Tomara
domingo, 23 de agosto de 2009
sábado, 15 de agosto de 2009
LOBITOOOOOOOOOSSS
domingo, 2 de agosto de 2009
2 8 09
Comprei uma prancha de surf meio velhinha, depois de procurar muito, por 80 dólares. uma 6'4 round. No primeiro dia a primeira onda que eu peguei já valeu os 80 dólares... e daí o resto foi lucro, até um mané anteontem soltar a prancha no meio do joelhinho e me acertar e eu ter que levar 3 pontos no queixo com uma linha azul. Que ainda tinha que pagar 90 soles, mas o hotel acabou pagando e a dona não aceitou quando eu fui pagar pra ela de volta...
Acho que é isso... não tenho mais muito o que dizer... o site do hotel é www.samanachakra.com para quem quiser ver fotos... não vou por fotos agora porque tah travando um pouco aqui e vai levar 28 dias pra carregar...
sexta-feira, 31 de julho de 2009
28 07 09 17h10
Eu sei que faz dias desde a última vez que eu postei alguma coisa no blog, mas é que eu não queria falar nada antes de estar tudo certo, pra não dar azar.
No dia em que voltei do Downhill de bike até Coroico (que de coroico eu só vi a placa, já que fomos direto pro hotel que tinha o restauras), entrei na internet e havia um e-mail do hotel Samana Chakra, de Máncora, um dos dois pra onde eu havia mandado meu currículo, perguntando se eu já estava em Mancora. Continuamos nos falando por e-mail mas no outro dia já fui pra Sorata, que fica mais ao norte. Fiquei uns dias lá numa pousada bem legal e barata até combinar tudo certo com a dona do hotel por e-mail, e então iniciei a Segunda Grande Saga de vários dias intermináveis sentado num ônibus. Primeiro peguei uma van em Sorata até Huarina, onde desci numa bifurcação e fiquei esperando uma van pra Copacabana, que não demorou muito. O caminho de Sorata a Huarina pareceu bem mais curto do que na ida, talvez porque eu estava sentado na frente, e não estava submetido ao aperto e o mau-cheiro do último banco. Para chegar a copacabana chega um ponto onde a van tem que atravessar o lago Titicaca em uma parte, então todos tem que descer e pegar um barco (e pagar) para atravessar enquanto a van atravessa numa balsa roots. Entramos na vam de novo e seguimos. Copacabana é mais uma cidade “pra inglês ver”. Tudo é caro porque tudo é pra turista gringo que vão pra lá cheios da grana e fazem com que tudo seja mais caro. Fui direto procurar um ônibus pra seguir viagem, pois tinha que ir a Puno primeiro, mas os ônibus só saíam as 18h30. Fiquei em Copacabana tempo suficiente pra ficar entediado mas não o suficiente pra ver o pôr-do-sol no Titicaca, pois já estava no ônibus e só vi relances. Como Copacabana é bem na fronteira, tivemos que descer e fazer toda papagaiada de carimbar passaporte e preencher formulário, o que levou um bom tempo. O caminho até Puno levou algumas horas mas foi de boa. Em Puno descobri que pra chegar a Lima deveria primeiro ir a Arequipa, que é bem no sul do Peru... Dei uma pesquisada e vi que haviam ônibus de mais de 100 bolivianos, mas daí fui perguntando e achei uma companhia que fazia por 15. A Tours San Juan, da qual eu nunca havia ouvido falar, Possuía um ônibus rosa e preto, com o vidro da frente do andar de cima quebrado, mas tudo bem. Olhei pros motoras enquanto esperava e concluí que se eu tivesse na rua e eles tivessem no caminho eu atravessaria a rua, mas tudo bem. Depois vi que o motora tava com uma cara de sono... Mas tuuudo bem... Quando me sentei tratei logo de por o cinto só pra garantir... E quando ele arrancou vi que a minha janela parecia meio solta.... Mas... Tudo bem... Consegui pegar no sono e acordei são e salvo em Arequipa, às 4h40 por aí depois de ter saído às 22h. Procurei ônibus pra Lima, e comprei da Cruz del Sur, uma companhia bem melhor, por 60 bolivianos. Ate aí não fazia idéia de quanto tempo levava até Lima... Aconteceu que depois de sair e viajar um bom tempo passamos por uma placa que dizia Lima 800 e cacetada km... Terminou que saí de Arequipa às 6h30 e passei a viagem inteira sentado atrás de uma criança que não parava de encher o saco e fez questão de cagar no meio do caminho pra mãe ter que trocar a fralda no banco da minha frente. Não consigo entender como é que pode todos os ônibus terem mães com “crianças de colo” que tornam a viagem mais desagradável possível. Acho que se existisse uma companhia que garantisse que em seus ônibus não iria nenhum bebê ou criança dormindo no corredor ou gritando ou atazanando poderia cobrar até o dobro que valeria a pena. Chegamos em Lima e já passava das 22h. Tive que durmir em um hotel perto do terminal da empresa, e lá descobri que em Lima não existe uma rodoviária... Cada empresa tem seu terminal, o que fez com que eu não pudesse comprar passagem logo como fiz em arequipa, e tive que passar a noite num hotelzinho ali perto, mas que foi de boa. No outro dia peguei um táxi para ir até a esquina da 28 de julio com a nãoseioque da República, e depois de andar afu chegamos, mas não tinha nada lá. Depois que eu disse pro taxista que era praquela empresa que eu queria ir ele se deu conta de que existem duas 28 de julio que cruzam com a mesma rua. Eba. No fim me cobrou muito mais do que teria sido, mas passeei bastante por Lima. Cheguei na empresa e já não haviam mais ônibus para Mancora naquele dia. Saí com minha super-mochila indo atrás de outras empresas que fizessem o mesmo trajeto. Encontrei uma que, obviamente, só sairia às 18h. Passei o dia dando banda nos arredores procurando algo decente pra comer e usando a internet de vez em quando. Comi uma tortilla de verduras, boa, apesar do troço morno que eles dão pra tomar junto que eu achei uma bosta. No fim, peguei o ônibus e, obviamente, tinha uma “mãe com criança de colo” do meu lado e outra atrás de mim. A criança do meu lado nem posso reclamar, porque era tranqüila. Mas os de trás ficavam perambulando e batendo no meu banco o tempo todo até encher o saco.
Até Mancora foram mais várias horas, sei que cheguei perto do meio-dia, e fui direto pro hotel.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
O downhill de bike ate Coroico foi muito massa.... Cada paisagem inacreditável.. Começa em 4000 e tantos metros de altitude, a gente para na beira da estrada e nos dão a bicicleta e capacete e luva e roupinha... Só tinha eu de brasileiro, e todas as outras pessoas (umas 20) que foram juntos eram da Eslovênia, e de dois grupos diferentes... Passavam o tempo todo conversando e dando risada entre eles e eu e os guia boiando... Daí começa todo mundo junto, é uma estrada asfaltada, boa... Vamos até um lugar onde tomamos um café da manhã reforçado e depois fomos de carro até um outro lugar, que aquela sim era “La carretera mais peligrosa del mundo”... É uma estrada de chão na beira da montanha tipo estrada que vai pra serra soh que com espaço para um carro só, estrada de chão, e uma altura muuuuuuito maior... Mas se vai na manha não tem problema... No meio da descida tem duas paradas pra comer e tomar água, depois pegamos uma parte onde a estradaé menos perigosa porque tem mato dos dois lados, então tu não tem como ir muito longe, mas em compensação a estrada é bem pior... É muito louco ver as mudanças na paisagem ao longo do caminho... Tem partes que parecem ser um deserto e outras parecem uma floresta tropical... Deu pra ver bem como o relevo interfere na formação de nebulosidade em determinados lados da montanha que se dissipam do outro lado, e que fazem ter climas bem diferentes em regiões muito próximas. Depois que termina o caminho de bike vamos de carro até um restaurante onde dá pra tomar um banho e tem piscina também tudo incluído. Eu só comi, nem tomei nada pra não gastar, tomei banho e fui dar uma bodiada do lado da piscina... Durmi umas horas, acordei e os eslovenos que tinham ido no mesmo carro que eu tavam dê-lhe ceva desde que chegaram... Daí a volta foi toda cm os maluco bêbado gritando e cantando na língua bizarra deles.. Chegamos em La Paz quase de noite, e acabei não fazendo muita coisa.
Ontem acordei, olhei umas coisas na internet, comi duas empanadas de queso do lado do hotel e peguei um táxi até o lugar onde se pega uma van pra Sorata. O caminho foi uma das maiores indiadas até o presente momento... A van é tipo essas Bestas só que muito mais velha, bombando de gente dentro, altamente desconfortável, ouvindo música palha alto e numa estrada interminável. Primeiro atravessa El Alto com seu trânsito organizado e respeitoso... Depois de muito tempo pega uma estrada que vaaai.... O bonito é que fica o tempo todo uma montanha gigante com neve ao nosso lado... Até chegar em uma parte que começa a descer (em ziguezague) durante muuuuuito tempo. Parece que nunca vai chegar. Quando chega é um alívio... Sorata é uma cidade pequena cheia de pousadas com um visual muito massa, e uma atmosfera muito massa... Cheguei e fui direto pra pousada, que também tem um visual muito massa... Chegando lá encontro uma galera que tava na convenção e mais um pessoal da França, Argentina... Fiquei um tempo e depois fui até ao redor da praça me irritar com a internet... nada funciona... msn não conecta por nada... Skype não funciona nunca os fones... Ligar normal é muito caro...A internet é lenta... Me irritei e fui embora... fui comer uma massa num restaurantezinho por ali e depois fui pra pousada... Tem um lugar onde a galera fica conversando e curtindo um sol ou uma sombra e brincando com os macacos que ficam ali amarrados mas que vão até a gente e roubam nossas comidas... Também tem um pit-bull e vários filhotes perambulando... e um gato também... Mas aqui tem cozinha, vou começar a fazer coisas pra comer aqui mesmo... Tem um rio aqui perto que eu quero ir uma hora... talvez agora de tarde...
HOJE SEM FOTOS PORQUE EU ESTOU A 40MIN ESPERANDO CARREGAR AS FOTOS NESSA CARROÇA
sábado, 18 de julho de 2009
18 07





sexta-feira, 17 de julho de 2009
17 07





quinta-feira, 16 de julho de 2009
16 07



quarta-feira, 15 de julho de 2009
15 07
E depois que eu vi que eu passei em tudo e ainda tirei 9 na prova de recuperaçao de hidraulica... Tirei um peso gigante das costas... (mas ainda tao doendo de se abaixar pra juntar as claves...) enfim... acho q vou voltando que tah esfriando e eu to de bermuda... NENI TE AMO DEMAIS MAIS QUE TUDO NESSE UNIVERSO OBRIGADO POR EXISTIR E GOSTAR DE MIM!
terça-feira, 14 de julho de 2009
14 07




Santa Cruz de la Sierra foi outra cidade que eu só passei o dia inteiro esperando o ônibus. Tentei dar umas voltas na cidade, mas não achei nada de interessante perto da rodoviária e não tava afim de ficar pegando ônibus ou táxi pra ir atrás de algo... Então passei quase todo o dia na estação ou na grama do lado de fora da estação cochilando e montando o cubo. Lá todos andam meio preocupados com a tal da gripe então uma galera tava usando “barbijos”, aqueles negocio de por na cara que eu esqueci o nome. Eu tinha um também que o pai tinha me dado e fiquei usando um pouco também...
Conheci uma guria que veio puxar assunto enquanto eu tava montando o cubo e de início eu não tava dando muita conversa até porque não entendia quase nada... mas ela insistiu e daí que eu fui descobrir a história dela... O nome dela era Carmen, tinha 17 anos e há um tempo atrás ela conheceu um brasileiro em Santa Cruz que depois foi dar uma banda também como todo mundo... Mas ela só sabia o nome dele e que ele não tinha família e fazia Agronomia... Então ela vinha falar com quem ela achava que talvez pudesse conhecer... Ela disse que ia todos os dias na estação esperar pra ver se ele aparecia... Que loucura...
Mas peguei o ônibus as 17h30 e troquei de lugar com uma senhora e acabei indo bem na frente daqueles ônibus de dois andares... Na frente da janela... a vista era massa, mas não era bom ver o quanto o motora era suicida... Ultrapassava em qualquero lugar e quem vinha no outro sentido que fosse pro acostamento...
Cheguei de manhã em La Paz e enfim me senti na Bolívia... O altiplano boliviano é uma paisagem totalmente diferente de tudo que eu já tenha visto antes... Pena que não consegui ficar acordado muito tempo durante a viagem...
La Paz é uma cidade muito bonita. Completamente diferente das outras cidades que eu tinha passado. Praças floridas tri bonitas... Tudo bem enfeitado... O trânsito um pouco caótico obviamente... mas foi legal a caminhada que eu dei por lá até pegar um táxi. Aqui os táxis não tem taxímetro, o preço é combinado antes. O taxista me trouxe até a convenção por 15 bolivianos. A convenção é no bairro Los Pinos, um bairro bem bonito no meio de várias montanhas muito loucas.
Cheguei na convenção meio perdidaço só querendo tomar um banho... Mas daí descobri que não tinham instalado as “duchas” ainda. Tive que tomar um banho de lenços umedecidos. Já era o terceiro dia sem banho... Tomei banho no dia 10 e só fui tomar outro hoje, dia 14. Ontem daí fiquei angustiado sem banho e sem conseguir conectar na internet e sem me coordenar pra falar com ninguém e fui dar uma caminhada pela vizinhança... Encontrei uma internet e telefone e consegui falar com a mãe e com a mulher da minha vida que eu já não agüento mais de saudade. Isso me aliviou um pouco. Passei o resto do dia jogando malabares, até surgir a vontade de ir no banheiro e eu descobrir que o banheiro aqui era só um pra todo mundo e era um buraco no chão improvisado... Então fui dar outra banda atrás de um banheiro... Passei por um troço tipo McDonalds que eu vi de fora que tinha um banheiro... Então entrei, pedi uma batata-frita e uma coca e fui reto no banheiro. Depois de mais aliviado, comi minha batata e minha coca e fui dar mais uma caminhada. Esse bairro é um bairro mais rico da cidade. Várias casas e prédios grandes e uma rua cheia de lojas e tal. Depois voltei, comprei um salgadinho e fui comendo até a convenção. Fiquei rateando um pouco, tocando cavaco, até a hora do cabaret. Nada de novo, só os mesmos números de sempre, as mesmas portagens de sempre, malabares sem nenhum grande truque... Só tinha um gordo lá que era engraçado. Mas fez um número de palhaço como lutador de sumô (como sempre). Depois do cabaret encontrei a Manuela, que tinha chegado lá de noite, e daí já não fiquei mais tão perdido porque tinha alguém que me entendia e que eu entendia também... Encontramos mais uma galerinha e fomos dar outra banda na rua atrás de ceva. Fomos encontrar só depois de muito andar, e caro ainda, 6,50 a lata de Paceña. Eu ainda não tinha tomado a famooosa Paceña, e achei bem boa. Depois voltamos, tava rolando uma festinha, fiquei ali um pouco e fui bodear.
Hoje quando acordei já tinha perdido o café da manhã. Fui pra oficina de manipulação de claves e quando deu uma esquentadinha eu fui tomar banho finalmente. As “duchas”eram mangueiras penduradas que ficava caindo água de conta-gotas e pra abrir ou fechar tinha que prender num arame. Até que uma hora parou de pingar e eu estava todo ensaboado. Mas daí eu vi que a lona de cima estava cheia de água, decerto que vazava das mangueiras, daí fiquei embaixo dum furo da lona e fui empurrando aos poucos a água pra lá, até que consegui tirar o sabão mais ou menos. Hoje o almoço foi pior que o de ontem, mas a fome tava tão grande que não sobrou nenhum grãozinho de arroz. Daqui a pouco vou pra cidade tentar botar isso na internet. Agora vou dar um bizú nas oficinas.